Fé não é ter um perfeito conhecimento das coisas; portanto, se tendes fé, tendes esperança nas coisas que se não veem e que são verdadeiras
( Alma 32:21)

Sou uma filha do Pai Celestial, que me ama.
Tenho fé em Seu plano eterno, que está
centralizado em jesus cristo, meu salvador.
São três experiências obrigatórias com o valor "fé". Após concluir cada uma delas, peça a seu pai, sua mãe ou uma líder para assinar.
- Hebreus 11- A natureza da fé, e exemplos da fé tirados do Velho Testamento
Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.
2 Porque por ela os antigos alcançaram testemunho.
3 Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente.
4 Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala.
5 Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus.
6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.
7 Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.
8 Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.
9 Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa.
10 Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus.
11 Pela fé também a mesma Sara recebeu a virtude de conceber, e deu à luz já fora da idade; porquanto teve por fiel aquele que lho tinha prometido.
12 Por isso também de um, e esse já amortecido, descenderam tantos, em multidão, como as estrelas do céu, e como a areia inumerável que está na praia do mar.
13 Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra.
14 Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria.
15 E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam oportunidade de tornar.
16 Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade.
17 Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito.
18 Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar;
19 E daí também em figura ele o recobrou.
20 Pela fé Isaque abençoou Jacó e Esaú, no tocante às coisas futuras.
21 Pela fé Jacó, próximo da morte, abençoou cada um dos filhos de José, e adorou encostado à ponta do seu bordão.
22 Pela fé José, próximo da morte, fez menção da saída dos filhos de Israel, e deu ordem acerca de seus ossos.
23 Pela fé Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais, porque viram que era um menino formoso; e não temeram o mandamento do rei.
24 Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó,
25 Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado;
26 Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa.
27 Pela fé deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível.
28 Pela fé celebrou a páscoa e a aspersão do sangue, para que o destruidor dos primogênitos lhes não tocasse.
29 Pela fé passaram o Mar Vermelho, como por terra seca; o que intentando os egípcios, se afogaram.
30 Pela fé caíram os muros de Jericó, sendo rodeados durante sete dias.
31 Pela fé Raabe, a meretriz, não pereceu com os incrédulos, acolhendo em paz os espias.
32 E que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando de Gideão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de Samuel e dos profetas,
33 Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões,
34 Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos.
35 As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição;
36 E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões.
37 Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados
38 (Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra.
39 E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa,
40 Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados.
- Alma 32:17-43
17 Sim, há muitos que dizem: Se nos mostrardes um sinal do céu, saberemos com segurança; então acreditaremos.
18 Agora vos pergunto: Isso é fé? Eis que vos digo: Não. Porque se um homem sabe uma coisa, não tem motivo para crer porque a sabe.
19 E agora, quão mais amaldiçoado é aquele que conhece a vontade de Deus e não a pratica, do que aquele que somente acredita ou que somente tem motivo para acreditar e cai em transgressão?
20 Ora, isto deveis julgar. Eis que vos digo que de um lado é como do outro; e cada homem receberá de acordo com suas obras.
21 E agora, conforme falei com referência à fé, fé não é ter um perfeito conhecimento das coisas; portanto, se tendes fé, tendes esperança nas coisas que se não vêem e que são verdadeiras.
22 E agora, eis que vos digo: Eu quisera que de um lado vos lembrásseis de que Deus é misericordioso para com todos os que acreditam em seu nome; portanto, deseja em primeiro lugar que acrediteis, sim, que acrediteis em sua palavra.
23 E agora, ele transmite a sua palavra aos homens por intermédio de anjos; sim, não só aos homens mas também às mulheres. Ora, isso não é tudo; muitas vezes as crianças recebem palavras que confundem o sábio e o instruído.
24 E agora, meus amados irmãos, como desejastes saber de mim o que devereis fazer, por estardes aflitos e serdes rejeitados—ora, não desejo que suponhais que eu pretenda julgar-vos, exceto de acordo com o que é verdade—
25 Porque não afirmo que todos vós fostes obrigados a vos humilhardes; pois realmente acredito que alguns de vós vos humilharíeis, fossem quais fossem as circunstâncias;
26 Ora, como disse em relação à fé, que não era um conhecimento perfeito, o mesmo se dá com minhas palavras. A princípio não podereis ter perfeita certeza delas, assim como a fé tampouco é um conhecimento perfeito.
27 Mas eis que, se despertardes e exercitardes vossas faculdades, pondo à prova minhas palavras, e exercerdes uma partícula de fé, sim, mesmo que não tenhais mais que o desejo de acreditar, deixai que esse desejo opere em vós, até acreditardes de tal forma que possais dar lugar a uma porção de minhas palavras.
28 Compararemos a palavra a uma semente. Ora, se derdes lugar em vosso coração para que uma semente seja plantada, eis que, se for uma semente verdadeira, ou seja, uma boa semente, se não a lançardes fora por vossa incredulidade, resistindo ao Espírito do Senhor, eis que ela começará a inchar em vosso peito; e quando tiverdes essa sensação de crescimento, começareis a dizer a vós mesmos: Deve ser uma boa semente, ou melhor, a palavra é boa porque começa a dilatar-me a alma; sim, começa a iluminar-me o entendimento; sim, começa a ser-me deliciosa.
29 Ora, eis que isso não aumentaria a vossa fé? Digo-vos que sim; não obstante, não cresceu a ponto de transformar-se em perfeito conhecimento.
30 Mas eis que quando a semente incha e brota e começa a crescer, então deveis dizer que a semente é boa; porque eis que inchou e brotou e começou a crescer. E agora, eis que isto não fortalecerá vossa fé? Sim, fortalecerá vossa fé, pois direis: Eu sei que esta é uma boa semente; porque eis que brota e começa a crescer.
31 E agora, estais certos de que é uma boa semente? Digo-vos que sim; porque toda semente frutifica segundo sua própria semelhança.
32 Portanto, se uma semente cresce, é boa; mas se não cresce, eis que não é boa; portanto é lançada fora.
33 E agora, eis que por haverdes feito a experiência e plantado a semente que inchou e brotou e começou a crescer, deveis forçosamente saber que a semente é boa.
34 E agora, eis que é perfeito o vosso conhecimento? Sim, vosso conhecimento é perfeito nisto e vossa fé permanece adormecida; e isto porque sabeis, pois sabeis que a palavra vos dilatou a alma e sabeis também que ela germinou, que vossa compreensão começa a iluminar-se e vossa mente começa a expandir-se.
36 Eis que vos digo: Não, nem deveis pôr de lado a vossa fé, porque haveis somente exercido vossa fé para plantar a semente a fim de fazer a expêriencia, para saber se a semente é boa.
37 E eis que, à medida que a árvore começar a crescer, direis: Tratemos dela com muito cuidado, para que crie raiz, para que cresça e dê frutos. E agora, eis que se a tratardes com muito cuidado, criará raiz e crescerá e dará frutos.
38 Mas se negligenciardes a árvore e deixardes de tratá-la, eis que não criará raiz; e quando chegar o calor do sol e a abrasar, secará por falta de raiz; e arrancá-la-eis e lançareis fora.
39 Ora, isso não é porque a semente não seja boa nem porque o seu fruto seja indesejável, mas porque vosso terreno é estéril e não cuidais da árvore; não podeis, portanto, obter seu fruto.
40 E assim, se não cultivardes a palavra, esperando com os olhos da fé o seu fruto, nunca podereis colher o fruto da árvore da vida.
42 E por causa de vosso esforço e de vossa fé e de vossa paciência em cultivar a palavra para que crie raiz em vós, eis que pouco a pouco colhereis o seu fruto, que é sumamente precioso, que é mais doce que tudo que é doce, que é mais branco que tudo que é branco, sim, e mais puro que tudo que é puro; e banquetear-vos-eis com esse fruto, até vos fartardes, de modo que não tereis fome nem tereis sede.
43 Então, meus irmãos, colhereis a recompensa de vossa fé e de vossa diligência e paciência e longanimidade, esperando que a árvore vos dê fruto.
- Éter 12:6-22
6 E agora eu, Morôni, quisera falar algo a respeito dessas coisas. Quisera mostrar ao mundo que fé são coisas que se esperam, mas não se vêem; portanto, não disputeis porque não vedes, porque não recebeis testemunho senão depois da prova de vossa fé.
7 Pois foi pela fé que Cristo apareceu a nossos pais depois de haver ressuscitado dentre os mortos; e ele não apareceu a nossos pais senão depois que nele tiveram fé; portanto foi necessário que alguns nele tivessem fé, porque ele não se mostrou ao mundo.
8 Mas em virtude da fé dos homens mostrou-se ao mundo e glorificou o nome do Pai; e preparou um caminho pelo qual outros pudessem ser participantes do dom celestial e tivessem esperança de coisas que não viram.
14 Eis que foi a fé exercida por Néfi e Leí que operou a transformação dos lamanitas, de modo que foram batizados com fogo e com o Espírito Santo.
15 Eis que foi a fé exercida por Amon e seus irmãos que operou tão grande milagre entre os lamanitas.
18 Ninguém, em tempo algum, fez milagres antes de exercer fé; portanto, primeiro creram no Filho de Deus.
- Joseph Smith - História 1:11-20
11 Em meio à inquietação extrema causada pelas controvérsias desses grupos de religiosos, li um dia na Epístola de Tiago, primeiro capítulo, versículo cinco, o seguinte: E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada.
12 Jamais uma passagem de escritura penetrou com mais poder no coração de um homem do que essa, naquele momento, no meu. Pareceu entrar com grande força em cada fibra de meu coração. Refleti repetidamente sobre ela, tendo consciência de que se alguém necessitava da sabedoria de Deus, era eu, pois eu não sabia como agir e, a menos que conseguisse obter mais sabedoria do que a que tinha então, nunca saberia; pois os religiosos das diferentes seitas interpretavam as mesmas passagens de escritura de maneira tão diferente, que destruíam toda a confiança na solução do problema através de uma consulta à Bíblia.
14 Assim, seguindo minha determinação de pedir a Deus, retirei-me para um bosque a fim de fazer a tentativa. Foi na manhã de um belo e claro dia, no início da primavera de 1820. Era a primeira vez na vida que fazia tal tentativa, pois em meio a todas as ansiedades que tivera, jamais havia experimentado orar em voz alta.
15 Depois de me haver retirado para o lugar que previamente escolhera, tendo olhado ao redor e encontrando-me só, ajoelhei-me e comecei a oferecer a Deus os desejos de meu coração. Apenas iniciara, imediatamente se apoderou de mim uma força que me dominou por completo; e tão assombrosa foi sua influência que se me travou a língua, de modo que eu não podia falar. Uma densa escuridão formou-se ao meu redor e pareceu-me, por um momento, que eu estava condenado a uma destruição súbita.
16 Mas usando todas as forças para clamar a Deus que me livrasse do poder desse inimigo que me subjugara, no momento exato em que estava prestes a sucumbir ao desespero e abandonar-me à destruição—não a uma ruína imaginária, mas ao poder de algum ser real do mundo invisível, que possuía uma força tão assombrosa como eu jamais sentira em qualquer ser—exatamente nesse momento de grande alarme, vi um pilar de luz acima de minha cabeça, mais brilhante que o sol, que descia gradualmente sobre mim.
17 Assim que apareceu, senti-me livre do inimigo que me sujeitava. Quando a luz pousou sobre mim, vi dois desafiam qualquer descrição, pairando no ar, acima de mim. Um deles falou-me, chamando-me pelo nome, e disse, apontando para o outro: Personagens cujo esplendor e glóriaEste é Meu Filho Amado. Ouve-O!
18 Meu objetivo ao dirigir-me ao Senhor era saber qual de todas as seitas estava certa, a fim de saber a qual me unir. Portanto, tão logo me controlei o suficiente para poder falar, perguntei aos Personagens que estavam na luz acima de mim qual de todas as seitas estava certa (pois até aquele momento jamais me ocorrera que todas estivessem erradas) e a qual me unir.
19 Foi-me respondido que não me unisse a qualquer delas, pois estavam todas erradas; e o Personagem que se dirigia a mim disse que todos os seus credos eram uma abominação a sua vista; que aqueles religiosos eram todos corruptos; que “eles se aproximam de mim com os lábios, mas seu coração está longe de mim; ensinam como doutrina os mandamentos de homens, tendo aparência de religiosidade, mas negam o seu poder”.
20 Novamente me proibiu de unir-me a qualquer delas; e muitas outras coisas disse-me, as quais não posso, no momento, escrever. Quando tornei a voltar a mim, estava deitado de costas, olhando para o céu. Quando a luz se retirou, eu estava sem forças; mas tendo logo me recuperado em parte, fui para casa. Ao apoiar-me na lareira, minha mãe perguntou-me o que se passava. Respondi: “Não se preocupe, tudo está bem—eu estou bem”. Então disse a ela: “Aprendi por mim mesmo que o presbiterianismo não é verdadeiro”. Parece que o adversário sabia, nos primeiros anos de minha vida, que eu estava destinado a ser um perturbador e um importunador de seu reino; senão, por que os poderes das trevas se uniriam contra mim? Por que a oposição e a perseguição que se levantaram contra mim, quase em minha infância?
Agora você pode escolher dois discursos de conferência a respeito de fé, eu escolhi estes dois abaixo:
1º discurso:
Aprender as
Lições do Passado
ÉLDER M. RUSSELL BALLARD
Do Quórum dos Doze Apóstolos
Aliahona maio de 2009
Aprender as lições do passado permite que vocês
desenvolvam um testemunho sobre o sólido alicerce
da obediência, da fé e do testemunho do Espírito.

Vivemos numa época fascinante e às vezes confusa. Outro dia, comentei com um dos meus
netos que ia revisar o texto do meu discurso para a conferência geral. Pela expressão do seu rosto, percebi que ele ficou confuso. “Você vai enviar seu discurso por e-mail?” perguntou
ele. “Achei que você tivesse que fazê-lo pessoalmente no Centro de Conferências.”
Embora para alguns seja mais fácil enviar o discurso, sou grato pela oportunidade de falar a vocês hoje, porque tenho uma mensagem que julgo ser importante para aquele meu neto, bem como para meus outros netos e para toda a juventude da Igreja.
Há anos, quando eu tinha uma empresa, aprendi uma lição que me custou muito caro porque não ouvi com atenção o conselho do meu pai, nem tampouco atentei para os sussurros do Espírito dando-me a orientação do Pai Celestial. Meu pai e eu trabalhávamos no ramo automobilístico e a Companhia Ford Motor estava procurando distribuidores para vender sua nova linha de carros. Os executivos da Ford convidaram meu pai e a mim para uma exposição de lançamento do que eles achavam que seria um produto de sucesso espetacular.
Quando vimos os carros, meu pai, que tinha mais de 35 anos de experiência no negócio, aconselhou-me a não me tornar distribuidor. Mas o pessoal da Ford foi muito persuasivo,
e decidi tornar-me o primeiro distribuidor do Edsel em Salt Lake City — e de fato o último. Se vocês não sabem o que é um Edsel, perguntem ao seu avô. Ele vai lhes contar. O Edsel foi
um fiasco de vendas.
Vejam que há uma grande lição para todos nessa experiência. Quando vocês estão dispostos a ouvir e aprender, alguns dos ensinamentos mais significativos da vida vêm daqueles que viveram antes de vocês. Eles trilharam o caminho que vocês estão trilhando e passaram por muitas das coisas que vocês estão passando. Se vocês os ouvirem e seguirem seus conselhos, eles vão ajudá-los a fazer escolhas que vão beneficiá-los, que trarão bênçãos e que vão guiá-los para que não tomem decisões potencialmente destrutivas.
Ao levarem em consideração seus pais e outros que nasceram antes de vocês, vocês encontrarão exemplos de fé, compromisso, trabalho árduo, dedicação e sacrifício, que deveriam esforçarse por copiar.
É difícil imaginar uma situação em que não valesse a pena considerar as experiências dos outros e aprender com elas. Muitas profissões exigem períodos de estágio em que os futuros profissionais observam os veteranos mais tarimbados para aprender com os anos de experiência e com a sabedoria que eles acumularam. Os novatos, nos esportes profissionais,
sentam no banco e aprendem observando os jogadores mais experientes.
Os novos missionários trabalham com um companheiro sênior cuja experiência ajuda o novo missionário a aprender a maneira correta de servir ao Senhor de modo eficaz.
Claro que há momentos em que não temos escolha e nos quais só nos resta aventurar-nos sozinhos e fazer o melhor possível para resolver as coisas enquanto seguimos em frente.
Por exemplo, não há muitos da minha geração cuja experiência seja útil quando se trata das tecnologias mais modernas. Quando temos problemas com a tecnologia moderna devemos
procurar alguém que saiba mais do que nós — o que geralmente significa
perguntar a um de vocês, jovens.
Minha mensagem e testemunho a vocês hoje, meus jovens amigos, é a de que para as perguntas mais importantes de sua vida eterna há respostas nas escrituras e nas palavras e testemunhos dos apóstolos e profetas.
O fato de essas palavras virem em grande parte de homens mais velhos, do passado e do presente, não as torna menos relevantes. Na verdade, faz com que suas palavras sejam ainda
mais valiosas para vocês, porque vêm de pessoas que aprenderam muito durante anos de vida íntegra.
Há um ditado famoso atribuído a George Santayana. Provavelmente vocês já o ouviram: “Os que não conseguem lembrar-se do passado estão condenados a repeti-lo” (John Bartlett, comp. Familiar Quotations, 15 ed., 1980, p. 703). Na verdade, há muitas variações dessa citação,
incluindo esta: “Aqueles que não se lembram do passado são amaldiçoados com a sina de repeti-lo”. Sejam quais forem os termos exatos, o significado é profundo. Há grandes lições a serem aprendidas com o passado, e vocês devem aprendê-las para que não esgotem suas forças espirituais repetindo os erros e as más escolhas feitas anteriormente.
Não é preciso ser um santo dos últimos dias — nem é preciso ser religioso — para ver o padrão que se repete na história da vida dos filhos de Deus conforme registrado no Velho Testamento. Vemos repetiremse muitas e muitas vezes o ciclo da retidão e iniquidade. Da mesma forma, o Livro de Mórmon registra que antigas civilizações deste continente seguiram exatamente o mesmo padrão: retidão seguida de prosperidade, seguida de conforto material, seguido de ambição, seguida de orgulho, seguido de iniquidade e colapso dos padrões morais até que o povo
atraía sobre si calamidades suficientes para levá-los à humildade, ao arrependimento e à mudança.
No período relativamente pequeno de anos que abrangem o Novo Testamento, o padrão histórico se repete. Dessa vez, as pessoas voltaram-se contra Cristo e Seus Apóstolos. O colapso foi de tamanha proporção que ocorreu uma Grande Apostasia, levando a séculos de estagnação espiritual e ignorância conhecidos como a Idade das Trevas.
Agora, preciso ser bastante claro a respeito desses períodos historicamente recorrentes de apostasia e escuridão espiritual. Nosso Pai Celestial ama todos os Seus filhos e quer que todos tenham as bênçãos do evangelho Dele em sua vida. A luz espiritual não se perde porque Deus
vira as costas para Seus filhos. Em vez disso, a escuridão espiritual ocorre como resultado de Seus filhos virarem as costas para Ele coletivamente. Isso é uma consequência natural das más
escolhas feitas por indivíduos, comunidades, países e civilizações inteiras. Isso tem sido provado inúmeras vezes no decorrer do tempo. Uma das grandes lições desse padrão histórico é a
de que nossas escolhas, tanto individuais quanto coletivas, sem dúvida trazem consequências espirituais para nós e nossa posteridade.
Em cada dispensação, o desejo amoroso que Deus tem de abençoar Seus filhos manifesta-se na miraculosa restauração do evangelho à Terra por meio de profetas vivos. A Restauração do evangelho pelo Profeta Joseph Smith no início do Século XIX é apenas o exemplo mais recente.
Restaurações similares foram realizadas em épocas anteriores por profetas como Noé, Abraão, Moisés e, claro, pelo próprio Senhor Jesus Cristo.
Os 179 anos que se passaram desde que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias foi oficialmente organizada foram extraordinários. Nunca na história documentada houve um
período de progresso tão notável em termos de ciência e tecnologia. Esses avanços ajudaram a facilitar o crescimento e a expansão do evangelho pelo mundo afora, mas também contribuíram para o aumento do materialismo e da autoindulgência, bem como para o declínio da moralidade.
Vivemos em uma era na qual os padrões de bom gosto e decência em público estão sendo combatidos a tal ponto que parece não haver mais padrão nenhum. Os mandamentos de
Deus têm sido atacados pelas ideias inconstantes do mundo que rejeitam totalmente a noção de certo e errado.
Parece que certos grupos da sociedade geralmente desconfiam de qualquer pessoa que decida viver de acordo com uma crença religiosa. E quando pessoas de fé tentam alertar outras das
possíveis consequências de suas escolhas pecaminosas, são escarnecidas e ridicularizadas e seus ritos mais sagrados e os valores que tanto prezam são motivo de zombaria em público.
Isso soa familiar, meus jovens irmãos e irmãs? Vocês conseguem ver o padrão histórico emergir novamente — o padrão de retidão, seguido de prosperidade, seguida de conforto
material, depois seguido da ambição, seguida do orgulho, seguido da iniquidade e do colapso dos padrões morais — o mesmo padrão que vimos repetir-se continuamente nas páginas do
Velho e do Novo Testamentos e do Livro de Mórmon? Acima de tudo, que impacto terão as lições do passado nas escolhas pessoais que vocês fazem agora e nas que farão pelo resto de
sua vida?
A voz do Senhor é clara e inconfundível. Ele conhece vocês. Ele os ama.
Ele quer que sejam eternamente felizes. Mas de acordo com o livre-arbítrio que receberam de Deus, a escolha é sua. Cada um tem que decidir por si mesmo se vai ignorar o passado e cair
nos dolorosos erros e nas trágicas ciladas das quais as gerações anteriores foram vítimas, sofrendo as devastadoras consequências das más escolhas. Como a vida de vocês será muito
melhor se seguirem o nobre exemplo dos fiéis seguidores de Cristo como os filhos de Helamã, Morôni, Joseph Smith e os intrépidos pioneiros, e se escolherem permanecer fiéis aos mandamentos do Pai Celestial, como eles fizeram!
Desejo de todo o coração e oro para que vocês sejam sábios o bastante para aprenderem as lições do passado. Vocês não têm que gastar tempo sendo um Lamã ou um Lemuel para saberem que é muito melhor ser um Néfi ou um Jacó. Não têm que seguir o caminho que Caim ou os ladrões de Gadiânton seguiram para perceberem que “iniquidade nunca foi felicidade” (Alma 41:10). E não precisam permitir que sua comunidade se torne como Sodoma e Gomorra para entenderem que esse não é um bom lugar para criar os filhos.
Aprender as lições do passado permite que vocês caminhem corajosamente na luz sem correr o risco de tropeçar na escuridão. É assim que deve ser. Este é o plano de Deus: o pai e a mãe, o avô e a avó ensinando seus filhos, e os filhos aprendendo com eles e depois sendo uma geração
mais justa, vivendo suas próprias experiências e tendo as próprias oportunidades. Aprender as lições do passado permite que vocês desenvolvam um testemunho sobre o sólido alicerce da obediência, da fé e do testemunho do Espírito.
É claro que não é o suficiente aprender essas lições como se fossem apenas história e cultura. Aprender os nomes, as datas e a sequência dos eventos em um texto não vai ajudar muito, a não ser que o significado e a mensagem estejam escritos em seu coração. Nutridas pelo testemunho e
regadas pela fé, as lições do passado podem criar raízes em seu coração e tornar-se uma parte vital de quem vocês são.
No final, o que realmente importa, como sempre, é sua própria fé e testemunho. É isso que faz a diferença, meus jovens irmãos e irmãs. É assim que vocês sabem. É assim que vocês evitam os erros do passado e elevam sua espiritualidade para o nível seguinte. Se vocês estiverem abertos
e receptivos aos sussurros do Espírito Santo em sua vida, entenderão as lições do passado e elas serão gravadas em sua alma pelo poder de seu testemunho.
E como vocês adquirem um testemunho assim? Bom, não existe nenhuma nova tecnologia para isso, nem jamais haverá. Não dá para obter um testemunho pesquisando
no Google. Não podem adquirir fé enviando uma mensagem de texto.
Vocês ganham um testemunho forte, capaz de mudar sua vida, do mesmo
jeito de sempre. O processo não mudou. Ele vem com o desejo, o estudo, a oração, a obediência e o serviço. É por isso que os ensinamentos dos profetas e apóstolos, no passado e no presente, são tão relevantes em sua vida hoje como sempre o foram.
Que vocês encontrem alegria, felicidade e paz no futuro, aprendendo as grandes e eternas lições do passado é minha oração por todos vocês — por meus netos e por todos os jovens da Igreja, onde quer que estejam — que ofereço em nome de Jesus Cristo. Amém.
2ºdiscurso:
Fé no Senhor Jesus Cristo
Élder Kevin W. Pearson
Aliahona maio de 2009
Em uma familia de fé, não há por que haver temor ou dúvida.
Escolham viver pela fé, e não pelo medo.

Convido, humildemente, a companhia do Espírito Santo ao discutirmos um princípio vital do evangelho: fé no Senhor Jesus Cristo. Reconheço com profunda gratidão e amor os grandes exemplos de fé e fidelidade que vi em minha própria vida. Para meus bons pais, minha família, meus líderes do sacerdócio, queridos missionários, filhos maravilhosos e uma preciosa companheira eterna, expresso meu profundo amor e gratidão. Reconheço minha necessidade e desejo de ter mais fé, como discípulo e testemunha de Cristo.
Nunca senti tamanha necessidade de fé em minha vida quanto agora.
Como pais, fomos ordenados a ensinar nossos filhos “a compreender
a doutrina (…) da fé em Cristo, o Filho do Deus vivo” (ver D&C 68:25).
Isso exige mais do que simplesmente reconhecer a fé como princípio do evangelho. “Ter fé é ter confiança em algo ou alguém” (Bible Dictionary, “Faith”, p. 669). A fé verdadeira precisa centralizar-se em Jesus Cristo. “A fé é um princípio de ação e de poder” (Bible Dictionary, p. 670). Exige que façamos, e não apenas acreditemos.
Fé é um dom espiritual de Deus que vem por meio do Espírito Santo.
Exige compreensão e conhecimento corretos de Jesus Cristo, Seus atributos divinos e caráter perfeito, Seus ensinamentos, Expiação, Ressurreição e poder do sacerdócio. A obediência
a esses princípios desenvolve a plena confiança Nele e em Seus servos ordenados, e a certeza de Suas bênçãos prometidas.
Não há outra coisa da qual tenhamos certeza tão absoluta. Não há outro alicerce na vida que nos proporcione essa mesma paz, alegria e esperança. Nos momentos incertos e difíceis, a fé é realmente um dom espiritual digno de nossos maiores esforços. Podemos dar a nossos filhos
instrução, lições, atividades esportivas, artes e posses materiais, mas se não lhes ensinarmos a ter fé em Cristo, pouco teremos feito por eles.
A fé é estimulada ao ouvirmos o testemunho daqueles que a possuem (Bible Dictionary, p. 669; ver também Romanos 10:14–17). Seus filhos sabem que vocês sabem? Eles percebem e sentem sua convicção? “Uma fé forte é desenvolvida pela obediência ao evangelho de Jesus Cristo” (Bible
Dictionary, p. 669).
O Élder Bruce R. McConkie ensinou: “Fé é um dom de Deus concedido como recompensa pela retidão pessoal. Sempre é concedida quando a retidão está presente, e quanto maior for a obediência às leis de Deus, maior será a investidura de fé” (Mormon Doctrine, 2 a ed. [1966],
p. 264). Se desejarmos mais fé, precisamos ser mais obedientes. Quando ensinamos nossos filhos, por meio de exemplo ou preceito, a serem negligentes ou inconstantes na obediência aos mandamentos de Deus, impedimos que eles recebam esse dom espiritual essencial. A fé exige uma atitude de total obediência, mesmo nas coisas pequenas e simples.
O desejo é uma partícula de fé que se desenvolve dentro de nós quando sentimos a verdade divina. É como se fosse uma fotossíntese espiritual. A influência do Espírito Santo, agindo na Luz de Cristo que há dentro de todo ser humano, produz o equivalente espiritual a uma reação química — uma emoção, uma mudança de coração ou um desejo de saber. A esperança se desenvolve à medida que as partículas de fé se tornam moléculas e ocorre o simples empenho de viver os princípios verdadeiros.
À medida que se desenvolvem padrões de obediência, as bênçãos específicas associadas à ela são reconhecidas, e surge a crença. Desejo, esperança e crença são formas de fé; mas a fé, como princípio de poder, resulta de um padrão constante de conduta e atitude obedientes. A retidão pessoal é uma decisão individual.
A fé é um dom de Deus, e quem a possui pode receber imenso poder espiritual.
Há uma qualidade de fé que se desenvolve quando concentramos todo nosso coração, poder, mente e força. Ela é vista e sentida nos olhos de um grande missionário, de uma jovem valorosa e virtuosa, e de mães, pais e avós justos. Pode ser vista na vida de pessoas jovens e idosas, em todas as terras e culturas, falando todos os idiomas, em todas as situações e condições de vida. São os “olhos da fé” mencionados pelo profeta Alma (ver Alma 5:15–26), a capacidade de concentrar-nos e de ser firmes, apegando-nos firmemente a princípios verdadeiros, sem
hesitar, mesmo quando a névoa da escuridão que enfrentamos for muito densa. Essa qualidade de fé é extremamente vigorosa.
Contudo, “é necessário que haja uma oposição em todas as coisas.(…) O Senhor Deus concedeu, portanto, que o homem agisse por si mesmo; e o homem não poderia agir por si mesmo a menos que fosse atraído por um ou por outro” (2 Néfi 2:11, 16). O mesmo acontece com a fé. Talvez seja
tentador escolher a dúvida e a descrença em vez da fé.
Quando Jesus retornou da transcendental experiência espiritual no Monte da Transfiguração, foi abordado por um pai desesperado cujo filho precisava de ajuda. O pai implorou: “Se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós, e ajuda-nos”.
“Jesus respondeu: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê.
E logo o pai do menino (…) clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade” (ver Marcos 9:22–24).
A fé e o medo não podem coexistir. Um dá lugar ao outro. A verdade pura e simples é que todos precisamos edificar constantemente a fé e vencer as fontes da descrença destrutiva. Os ensinamentos do Salvador comparando a fé a um grão de mostarda reconhecem essa realidade (ver Mateus 13:31–32). Pensem nisso da seguinte forma: a quantidade de fé que possuímos para usar é a que resta depois de subtrairmos nossas fontes de dúvida e descrença. Vocês podem
perguntar a si mesmos: “O saldo da minha fé é positivo ou negativo?” Se sua fé excede sua dúvida e descrença, a resposta provavelmente será positiva. Se você permite que as fontes de
dúvida e descrença o manipulem, então a resposta talvez seja negativa.
Temos, porém, uma escolha.
Alcançamos aquilo no qual nos concentramos constantemente. Como há oposição em todas as coisas, há forças que corroem nossa fé. Algumas são resultado direto da influência de Satanás. Mas quanto às outras, não podemos culpar ninguém a não ser nós mesmos. Essas decorrem de tendências, atitudes e hábitos pessoais que podemos aprender a mudar.
Chamo essas influências de os “Seis Ds Destrutivos”. À medida que eu os descrever, avaliem a influência deles sobre vocês e seus filhos.
O primeiro é a dúvida. A dúvida não é um princípio do evangelho.
Não vem da Luz de Cristo ou da influência do Espírito Santo. A dúvida é uma emoção negativa relacionada ao medo. Resulta da falta de confiança em nossa própria capacidade ou habilidade. Não condiz com nossa identidade divina como filhos de Deus.
A dúvida leva ao desânimo. O desânimo decorre de expectativas frustradas. O desânimo crônico
resulta em expectativas mais baixas, menor esforço, desejo enfraquecido e maior dificuldade em sentir e seguir o Espírito (ver Pregar Meu Evangelho [2004], p. 10). O desânimo e o desespero são a antítese da fé.
O desânimo leva à distração ou falta de enfoque. A distração elimina o próprio enfoque exigido pelos olhos da fé. O desânimo e a distração são duas das mais eficazes armas de Satanás, mas também são maus hábitos.
A distração leva à falta de diligência: um compromisso menor de permanecer leal e fiel e de seguir adiante a despeito das dificuldades e decepções. A decepção é uma parte inevitável da vida, mas não precisa levar à dúvida, ao desânimo, à distração ou à falta de diligência.
Se não for revertido, esse caminho acabará levando à desobediência, que corrói a própria base da fé. Muito frequentemente o resultado é a descrença, isto é, a recusa consciente ou inconsciente em acreditar.
A descrença é o estado descrito nas escrituras como a decisão de endurecer o coração. É a perda da sensibilidade.
Esses Seis Ds Destrutivos —dúvida, desânimo, distração, falta de diligência, desobediência e descrença— todos eles corroem e destroem nossa fé. Temos a escolha de evitá-los e vencê-los.
Uma época desafiadora exige maior vigor espiritual. Ponderem cuidadosamente a promessa do Salvador: “Se tiverdes fé em mim, tereis poder para fazer tudo quanto me parecer conveniente” (Morôni 7:33).
Declaro humildemente que Deus, nosso Pai Celestial, vive e ama cada um de Seus filhos. Jesus Cristo é nosso Salvador e Redentor. Ele vive e dirige pessoalmente Sua Igreja por intermédio do Presidente Monson, Seu profeta ungido. Porque Ele vive, sempre haverá uma resplendente
esperança diante de nós. Em uma família de fé, não há por que haver temor ou dúvida. Escolham viver pela fé, e não pelo medo. No sagrado nome de Jesus Cristo. Amém.
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